Virei-me sobre a minha própria existência e contemplei-a
Minha virtude era esta errância por mares contraditórios,
e este abandono para além da felicidade e da beleza."
(Cecília Meireles, Noções)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal!

É natal!
A luz brilha incessante em meio a escuridão
O vale da sombra da morte já não me assusta
Permaneço em silenciosa adoração
Eis enfim a esperança
que em meios inconvencionais chegou
E surge em mim como uma dança
secando as lágrimas de quem chorou
É natal!
Surgem anjos proclamando
que em minha vida e em todo o mundo
Cristo nasce nos amando
E a estrela que guiou os magos
deixa outras para nos iluminar
lembrando a noite especial
em que toda viram anjos cantar.

Agnes Alencar

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